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Diogo Portugal revela o que pensa de Whindersson e a nova geração de humoristas

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Veterano deu suas opiniões sobre o trabalho da molecada

Veterano deu suas opiniões sobre o trabalho da molecada

Fonte: Jovem Pan

Antes de a comédia stand-up dominar os teatros do país, Diogo Portugal era um dos poucos aventureiros que ralavam para apresentar o gênero ao público brasileiro. Foram ele e seus colegas que, segundo suas palavras, "carpiram o mato" para que os mais novos pudessem chegar. E como chegaram! Hoje, Whindersson Nunes e companhia lideram o hall de jovens celebridades da comédia. Mas o veterano não se incomoda com esse sucesso todo - muito pelo contrário.

"Humor tem que ser engraçado. Não importa onde ele pega. Tem estilos diferentes mesmo. Acho que tem realmente uma onda de humoristas ruins. Para mim, ruim é quem conta muita história e tem pouco punch. É uma palavra que usamos para 'desfecho'. Tem cara que conta muita história e não tem nenhum punch. Gosto de coisa rápida, cada frase um punch", disse em entrevista ao Pânico nesta segunda-feira (14). "Mas tem gente boa. Uns caras que dão uma aquecida em um mercado que estava meio em baixa. Como o Whindersson. De repente eles explodem aí a gente vai nessa onda também. Quero que meu mercado esteja aquecido, não esquecido", completou.

O convidado ainda aproveitou para elogiar o que, de acordo com ele, representou uma grande revolução no cenário brasileiro: o Terça Insana, projeto humorístico criado por Grace Gianoukas e apresentado por diferentes atores interpretando personagens. Entre eles, Ângela Dip, Luís Miranda, Marcelo Mansfield, Octávio Mendes, Roberto Camargo, Agnes Zuliani, Guilherme Uzeda, Marco Luque e Roberto Camargo.

"Depois de Ary Toledo, Chico Anysio e outros antigos, houve uma revolução chamada Terça Insana. Esse povo começou a fazer texto autoral e estimulou todos nós", afirmou.

Atualmente Diogo pode ser visto nos palcos paulistanos com o espetáculo Antes Que Eu Me Esqueça, em cartaz no Teatro Morumbi Shopping. De acordo com a sinopse, a peça é formada por textos totalmente novos e brinca com acontecimentos do momento no país e no mundo, além de abordar, com irreverência, temas cotidianos como o uso da tecnologia no dia a dia, relacionamentos amorosos e profissões. A apresentações acontecem às quartas-feiras às 21h. A temporada segue até o dia 30 de maio.

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